Modernista
Longe reconheço aqueles traços, risos, piscadelas, senso crítico. Das mazelas às vitórias, reivindico, o meu, tão seu espaço, nos abraços.
Tantos anos e o tempo já cansado. Sem saber o que fazer pra nos ferir. A amizade que reluz no seu sorrir, de tão particular a reforçado.
Vem a vida e te chama modernista, com os versos carregando seu gingado. De uma amiga, que não vejo; você veio,
e sozinha construiu o seu legado confraterno o carinho que permeio de repente... tão... intimista.
F.S.O. – 07/10/2009
Escrito por FSO às 22h15
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Imersão
De ti, pedi condescendência. Ouvi tal palpitar fluente, dum coração siso, doente; toda e incerta carência.
Fito o sol tentar rompante, alumiar sozinho, o breu de meu caminho; não sei se triunfante.
Ainda assim, sei que mereço nos braços dela paz nos olhos, aquele desejo.
Na ação de todo ser capaz; No sentido, sim... o beijo. Do amor que nobre, reconheço.
F.S.O. – 07/10/2009
Escrito por FSO às 17h47
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Kocham cię
Soprou-me a eloquencia de Um momento, n´alma inquieta; surto incontido. Déspotas do desamor aludido. Lágrimas; simbiose; sentimento.
Inda... as lembranças cá emergem; cercam e desassoCegam passos, cujo tato já não deixa traços. Razão oculta; emoção à margem.
Como é difícil ver-te sem estrelas; e tão calado o seu tenro sorriso. Já não suporto o peso que diviso, quedava fria acaso não vivê-las. Se é mesmo teu o céu que diz sublime. Por que não canta nele tuas palavras ? Já não se fora o véu que tu detinhas ? Não podes tu cometer esse crime...
F.S.O. – 06/10/2009
Escrito por FSO às 23h23
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O SENTIDO DO AMOR 
Escrito por FSO às 02h04
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Devaneios
Preciso correr e me afogar em teu sorriso Sem freios, sem paradas devaneios, disparadas com qualquer aviso.
Já não meço consequência Destes matizes raros Ditos perenes, caros de qualquer distância.
Onde 'nós' somos 'um' Onde 'um' é o amor Que deságua emoções
e em qualquer dissabor Vê na luta, razões para amar-te; ou nenhum.
F.S.O. – 20/03/2009
Escrito por FSO às 20h53
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Soneto Ribeirão
Bate coração, feliz e ligeiro. Nesse descompasso ribeirinho. Nesse tom, quase murmurinho. Sempre, presente breve e costumeiro.
De suas terras ribeirão, sobeja riqueza. Cujo ribombar afasta a solidão, dando lugar a beleza.
Um povo de modos cativantes, olhos enternecedores. Brilhantes.
É bom tê-la sempre presente, a rodear de flores Que de meu coração sai a semente.
F.S.O. – 08/09/2008 obs. estou postando novamente, pois apaguei acidentalmente. O local correto é depois do "Sem sentido". Reclamações no guichê ao lado.
Escrito por FSO às 01h43
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JOGO DOS 5 ERROS !!! Have fun !!!
JOGO DOS 5 ERROS !!! Aos desejosos de aprender o português "arcaico". O português "Raiz" ou Roots. Trago-lhes um exemplo clássico ou cRássico, como defendem os modernos, sobre como provocar risos nos consumidores do Carrefour do Shopping Eldorado. Espero que este "sistema de monitoramento" seja mais eficiente que o sistema de ensino do coelho da páscoa. 
Escrito por FSO às 00h42
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Sem sentido
Tantas palavras "sem sentido" Tantos autores e eu ali... Perdido. Ladeado por referências Guiado pela necessidade de fazer parte.
Busco fugir à rima, mas ela ecoa insiste e destoa Caçoa em palavras.
Sou parte dela Seu criador Seu Algoz Sou aquele que a fala e escreve Que a fere.
Todos nós visitantes Em cada andar nos mudamos Em cada andar nos deixamos Levar pelos intermináveis instantes
Pelos delírios e certezas Pela história da língua Pelo som e imagem Que nunca míngua
Foram tantos versos Poemas e disfarces Originais ? Talvez
A história desse instrumento Que explica. Que confunde. Que subexiste mesmo à revelia de uma padrão Não ausculta à necessidade de comunicar-se mas o faz com precisão
F.S.O. – 18/04/2008
Escrito por FSO às 01h27
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E tudo
E tudo é tão lindo Tão belo. Tão findo.
E tudo é um elo Tão genial. Tão Sincero
E tudo é estar em família É perceber, que as lembranças Recheiam toda a esperança De que o fim é apenas um pretexto. Para o inevitável recomeço
Sinto a natureza Aspergir em mim seu sentido Sua sanha, em me fazer perceber Em me fazer mudar, E lembrar Que sou algo além Sem desdém Sem porém Sou alguém
Por trás do sorriso, De que mais preciso.
Apoio meu olhar nos teus E tendo-os meus Protejo-os
Estendo minhas mãos à terra e ao firmamento Sou a massa... o ungüento A desgraça... o sustento
Um pouco de tudo Um pouco... diz tudo Disso tudo. De estudo De repetição. Repetição. Repetição. Algo sem direção Sem ação. Intenção.
E tanto quanto E quanto E tanto E pronto E pranto E conto E canto enquanto encanto
Ainda assim, Confuso. Difuso. Obtuso.
Ainda assim, uso, Das palavras, Nunca escravas De um só pensamento.
Ainda assim digo Que sempre abrigo Em mim um motivo Quase um lenitivo
Da culpa, da desesperança, Que abunda Que inunda
Um só coração.
F.S.O. – 12/03/2008
Escrito por FSO às 00h56
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Desatino
Quisera eu ser teu guia Ante o Sol, a lua ou as estrelas Não fosse capaz de sabê-las Remia-lhe o quanto podia
Vicissitudes vazias Quais intempéries depor A dúvida, retarda a dor Não sabe o que fazias
Correr, fugir do destino A vida a transcorrer O céu a passajar
E a terra aborrecer O ar a vicejar Triste desatino
F.S.O. – 10/02/2008
Escrito por FSO às 01h13
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À sombra de ti
Nada me detém Quando te vejo tudo mais me é indefensável Neste coração. Qual seja meu destino instável Fito os olhos no além
O sol. Tão belo e imponente Aquiesceu ao meu pedido Iluminou-te como o viso Um gesto assaz premente
À sombra de ti Debalde me retenho Aos seus. Tão seus encantos
Se me detenho Os anjos quedam-se em prantos Eu... por ti.
F.S.O. – 20/01/2008
Escrito por FSO às 21h55
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Cris
Desde de o início Seis de agosto Deus nos tinha feito a seu gosto Era apenas o princípio
Afirmamos com o tempo Que somos como o viajante e a estrada Como um romântico e sua namorada Somos um só, e ao mesmo tempo dois
Então a vida de mãos dadas ao destino Quis nos ver por um tempo distantes E quando estiveram vacilantes Sucumbiram ao nosso amor
A distância Prostou-se à nossa “gemealidade” E ao desejo de não estarmos mais distantes F.S.O. - 03/09/2005
Escrito por FSO às 03h06
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VIVARTE Viva a ARTE Que pArte a tristeza. Resulta em beleza, dos tempos de paz. Viva a ARTE, que'ao amArte assim mesmo, transforma teu medo e te "faz", ARTERO e capaz. F.S.O. 03/02/2007 'em memória dos ARTEROS'
Escrito por FSO às 00h16
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Zen de dentro Todo pensamento... meu, seu. De alguém. Todo pensamento tem, Algo a acrescentar. Todo pensamento Zen de dentro. Todo pensavento assopra o tempo Todo vento pensa o cata-vento Vem tu me acrescentá. Párar o tempo Vem tu dilacerá este momento Toda idéia véia, é sentimento. Quem idéia lisa lesa o padrão. Todo pensamento são. Todo pensamento vão. Pensa ! Dê pressa ! És pressa o que você sente ? Todo pensamento és pressa. Senão expressa. Só mente. F.S.O. - 29/10/07
Escrito por FSO às 01h51
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